1. Earthlings

    full length documentary here or here (multi-subtitles)

    (if you live in Germany and can’t see, press the link below)
    http://www.youtube.com/watch?v=Tszu9twyEEo

    EARTHLINGS is the single most powerful and informative documentary about society’s tragic and unforgivable use of nonhuman animals, narrated by Joaquin Phoenix with soundtrack by Moby. Directed by Shaun Monson, this multi-award winning film by Nation Earth is a must-see for anyone who cares about nonhuman animals or wishes to make the world a better place.

    http://www.earthlings.com


    /via p.szenasi

  2. (…) os meninos antigamente sabiam mais que os doutores agora, e tal. Esta entronização da parolice é a moda da saison desde que o ministro Crato decidiu apresentar às criancinhas as virtudes da lavoura. Pouco importa que os jovens de 2012 saibam programar em PHP e JavaScript, que conheçam países sem entrarem neles a salto e dominem razoavelmente o inglês: para milhões de pategos lusitanos, muitos deles atarantados com os comandos da TV, a única educação que presta é a de Oliveira Salazar. (…)

    E isto seria apenas grave, se alguns não estivessem no Governo.

    — Luís M. Jorge em “Sabedoria popular.” - Delito de Opinião (via imtakingtwo)

  3. A classe dominante nunca será capaz de resolver a crise. Ela é a crise! /Rob Riemen →

    (…)
    A actual classe dominante nunca será capaz de resolver a crise, porque ela é a crise! E não falo apenas da classe política, mas da educacional, da que controla os media, da financeira, etc. Não vão resolver a crise porque a sua mentalidade é extremamente limitada e controlada por uma única coisa: os seus interesses. Os políticos existem para servir os seus interesses, não o país. Na educação, a mesma coisa: quem controla as universidades está ali para favorecer empresas e o Estado. Se algo não é bom para a economia, porquê investir dinheiro?
    (…)
    No geral, os media já não são o espelho da sociedade nem informam de facto as pessoas do que se está a passar, existem sim para vender e vender e vender.
    (…)
    se as pessoas fossem um bocadinho mais espertas, não iriam para universidades estúpidas, nem veriam programas estúpidos na TV. Existe uma elite comercial e política interessada em manter as pessoas estúpidas. E isso é vendido como democracia, porque as pessoas são livres de escolher e blá blá.

    http://www.ionline.pt/mundo/rob-riemen-classe-dominante-nunca-sera-capaz-resolver-crise-ela-crise-1

  4. what do they show to sell ads?

    murders, natural disasters, blond kidnap victims, law enforcement dramas… anything to keep people scared, locked in their homes, trying to grab more stuff… people think they want it because it’s all that they’re given and they’re told they want it…

    from: macedonia, what does it take to stop a war?
    [ harvey pekar & heather roberson, 2007 ]

  5. nos limites da solidão →

    Acabo de ouvir dizer que em Portugal 8 milhões de pessoas vê televisão ao Domingo. O assunto é sério. É possível que outros 2 milhões estejam ao computador. Basta ir a um jardim público, passear num aldeia, fazer um passeio pedestre, um piquenique, para ver que estes números não são disparatados. Já me aconteceu ter o jardim do Palácio das Necessidades, ao Domingo, só para mim, a família e os amigos. O jardim do rei só para nós! Às vezes apanhamos lá uns «bifes», uns tipos louros e altos que vêm de uns países estanhos do norte da Europa.

    Sejamos porém optimistas – olhando para estes números temos indubitavelmente uma taxa de suicídio baixa e uma alta percentagem de resistência à solidão e à loucura. Um povo preparado para a solitária!

    http://5dias.net/2012/03/26/no-limites-da-solidao

  6. imtakingtwo:

just a kiss between an Israeli man and an Iranian woman. photo by David Anisfel.

    imtakingtwo:

    just a kiss between an Israeli man and an Iranian woman. photo by David Anisfel.

  7. The worst defense of Zionism in history →

    An op-ed on Ynet, Israel’s most popular news site, explains how to address anti-Zionism:

    Zionism will only cease being demonized in the politically correct corners of the West once our schools and film industry cease to demonize colonialism. The politically correct depiction of the colonialist as a racist and covetous brute must give space to the majority of well-meaning administrators that helped build roads, schools, and hospitals for the natives.

    It must be shown that colonialists administered law and justice far more fairly than most pre-colonial chieftains or post-colonial despots.

  8. imtakingtwo:

catecismo de quiosque.

    imtakingtwo:

    catecismo de quiosque.

  9. moralismo a metro →

    imtakingtwo:


    ontem, numa destas redes sociais, uma amiga dos tempos em que pertenci a uma juventude partidária, agora deputada pelo psd na a.r., justificou o seu voto contra os projetos de lei que propunham a adoção de crianças por casais do mesmo sexo com o “o superior interesse das crianças”.

    não resisti a perguntar se acreditava mesmo nisso. se acreditava que não dar qualquer possibilidade a um casal homossexual de adotar uma criança, ou, por outras palavras, retirar possibilidades a uma criança de vir a crescer no seio de uma família, é defender um abstrato, superior e universal interesse das crianças. o argumento parece-me um pouco tonto. tonto ou patético, porque tal argumento só faria sentido se acreditarmos que, à partida, um casal de pessoas do mesmo sexo é prejudicial ao crescimento da criança que os dois decidem adotar, comparativamente ao cenário da criança vir a ser adaptado por um casal heterossexual, ou de - talvez no cenário mais provável - nem sequer vir a ser adotada. e ainda há quem acredite que casais homossexuais comem crianças ao pequeno almoço, ou que, todos os pedófilos deste mundo são homossexuais. enfim, é uma justificação que passa o tonto, o patético ou o estúpido, mas que ainda corre por aí.

    na assembleia desta república ouve ainda quem invoca-se o principio de um criador - não se sabe ao certo qual - para  salvar a sociedade de mais uma das dramáticas fraturas patrocinadas pelos os terroristas do costume. sim, pode parecer estranho, mas para algumas cabeça, igualdade de direitos, numa sociedade ocidental, moderna e democrática, pode ser fraturante. enfim, também já ouvimos antes uma líder partidária em modo de histeria, a impingir moralismo a metro ao pais. a senhora quase quis legislar a procriação como o objetivo da família. valeu de alguma coisa? não me parece. se tivesse deixado o seu moralismo para si própria, não teria que se coçar ao constatar que depois de se fazer justiça no acesso ao casamento, os portugueses são um pouco mais justos e solidários no que toca à igualdade de direitos, do que algumas cabeças querem fazer crer.

    mas o mais inquietante é o armar ao pingarelho de um órgão de soberania de um estado democrático sobre a liberdade de cada um. e se deixarem os cidadãos que representam viverem a sua vida com o moralismo que bem entenderem? não será boa ideia? custa assim tanto? a liberdade ainda faz assim tanta comichão passados estes 38 anos? acham mesmo que fazer leis mais justas é experimentalismo social? que grandes malucos aqueles.

    recomenda-se ainda aos senhores e senhoras deputadas a leitura da lei fundamental pela qual regem o a sua função: a descriminação que esta impedição implica não parece ir muito ao encontro do espírito do ponto dois do artigo 13.º - principio da igualdade - da constituição da república

    “ninguém pode ser privilegiado, beneficiado, prejudicado, privado de qualquer direito ou isento de qualquer dever em razão de ascendência, sexo, raça, língua, território de origem, religião, convicções políticas ou ideológicas, instrução, situação económica, condição social ou orientação sexual.”

    uma assembleia que não honra a sua própria constituição, composta por uma elite política que não tem a ousadia de fazer a sociedade portuguesa sair da sombra do preconceito, que capacidades terá para enfrentar as dificuldades bem mais complexas que o país atravessa?

  10. dedicado à SPA 


    “as canções para mim são como filhos, que são gerados, nascem, crescem e que depois vão à sua vida, livres.”
     

     
    ”(…) podem fazer hinos nazis com as minhas conções que eu não tenho nada à ver com isso.. as acções fica p’ra quem as pratica.”
     
    /josé mario branco 


    /via bitaites

  11. Nem que a Rita Ferro Rodrigues prometesse descruzar as pernas como a Sharon Stone do Instinto Fatal eu voltaria a perder mais cinco minutos da minha vida com o estrume intelectual das televisões. Por isso, «até à próxima».

    — 

    a parte importante a reter é: ” […] o estrume intelectual das televisões.”

    Até à próxima | Bitaites

  12. The Story of Stuff

  13. imtakingtwo:

    We feel instinctively that societies with huge income gaps are somehow going wrong. Richard Wilkinson charts the hard data on economic inequality, and shows what gets worse when rich and poor are too far apart: real effects on health, lifespan, even such basic values as trust.